Médicos Sem Fronteiras atendem em condições precárias no Haiti

Fonte Agência Brasil. 15/01/2010 às 16h

Casos de fratura, ferimentos na cabeça, queimaduras e outros grandes traumas têm sido os principais atendimentos feitos pela equipe da organização não governamental (ONG) Médicos Sem Fronteira (MSF) no Haiti. Até ontem (14), mais de mil pessoas tinham sido socorridas pelos profissionais da organização em Porto Príncipe, capital haitiana, devastada por um terremoto na terça-feira (12).

De acordo com informações da ONG, a falta de locais e de condições adequadas para as cirurgias emergenciais tem preocupado os profissionais que estão lá. Para isso, estão sendo procurados centros de saúde que não foram afetados pelo terremoto em municípios próximos à capital.

Hoje (15), os médicos da organização aguardam a chegada de um hospital móvel, que terá duas salas de cirurgia, além de enfermeiros, cirurgiões e nefrologistas para tratar do casos de esmagamento. Enquanto isso, os atendimentos estão sendo feitos em tendas improvisadas.

Como a ONG Médicos Sem Fronteira já atuava no Haiti antes do terremoto, existem voluntários desaparecidos.

De acordo com texto publicado no site da organização, “não foi possível confirmar o paradeiro de todos os haitianos que fazem parte da MSF, porque há muita dificuldade para usar os meios de comunicação e para localizar as pessoas. Essa preocupação se estende a alguns dos pacientes que estavam em estruturas da MSF quando o terremoto atingiu o país”.

Ao todo, 800 pessoas entre estrangeiros e haitianos trabalhavam para a organização no dia do terremoto.
 

Agência Brasil.
Fonte Agência Brasil. 15/01/2010 ás 16h

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Médicos Sem Fronteiras atendem em condições precárias no Haiti