Inventário nas empresas podem ser automatizados

Fonte Ato.Z Comunicação 04/05/2015 às 11h

 

Ferramenta Taggen GP (Gestão de Patrimônio) possibilita visão panorâmica de ativos, com proposta de minimizar perdas de produtos nas empresas e automatizar processo de inventário.

O conhecido processo de inventário ainda é obrigatório nas empresas para que elas possam ter um controle de todos os itens, como: cadeiras, mesas, computadores, entre outros. O procedimento é tradicionalmente utilizado pelas empresas para o controle de ativos. A dinâmica atual é movimentar grande parte dos funcionários, geralmente nos finais de semana para não atrapalhar as atividades diárias, o que gera investimento em horas extras e interferência na veracidade dos dados, já que o formato manual não é tão confiável.

As burocracias brasileiras também não ajudam muito o universo corporativo. Hoje, de acordo com a Instrução Normativa 1420/2013 da Receita Federal, a discriminação dos bens se tornou obrigatória. A norma ainda exige a entrega da ECD – Escrituração Contábil Digital por parte das Igrejas, que inclui a contabilização assertiva e detalhes técnicos de todos os ativos. A não entrega do documento ou a apresentação com incorreções ou omissões acarreta em elevadas multas.  

Para sanar esta dificuldade, a tecnologia RFID (identificação por rádio frequência) chega com a proposta de automatização dos processos de inventário.  Trata-se de uma tecnologia invisível que atual com tags (em formato de etiquetas) e antenas, instaladas em locais estratégicos da empresa, onde pretende ter o controle dos ativos. O diferencial da tecnologia é o dinamismo e a agilidade para trazer o controle assertivo dos itens. Além disto, dependendo da proposta, ela ainda possibilita automatização de algumas funções, ou seja, quando identifica um dado, ela envia comandos para outro sistema que ativa movimentos.

A solução Taggen GP para automatização de inventários pode ser integrada com qualquer ERP (sistemas de informação de dados) das empresas e vai além da contagem do objeto. O processo inicial é cadastrar a etiqueta RFID em todos os ativos da corporação.

Um Tag principal registra o departamento que será realizado o inventário e ao entrar neste setor, a uma distância de até 5 metros, o leitor inteligente da Taggen localiza todos os ativos que estão com a etiqueta RFID. Assim não há necessidade de um funcionário contar item por item. Além disto, a ferramenta conta com uma rica base de dados que registra informações detalhadas do produto, desde o local da compra, manutenção, até informações técnicas; e ainda confronta informações com outros departamentos para identificar movimentações e perdas dos produtos no espaço da empresa. Outro facilitador do processo é a possibilidade de exportar planilhas em Excel de inventários antigos para o software Taggen GP. Assim é possível distinguir departamentos mais sensíveis à perda de produtos e traçar um controle mais confiável.

A ferramenta permite uma economia de até 90% no tempo gasto com os inventários, além de um uma visão panorâmica dos ativos, identificação de setores com maior risco e economia com horas extras, quando funcionários ficam até mais tarde ou trabalham nos finais de semana, para fazer manualmente o inventário. Segundo Mario Prado, especialista em RFID e CEO da Taggen, a grande aposta do Taggen GP é o sistema de workflow eletrônico para o controle de movimentações internas. “Algumas empresas perdem muito com o extravio de ativos e só se dão contam disto na operação de inventários. Se formos contabilizar em valores a perda de produtos durante um ano, o resultado assustará os gestores. O processo continuado de inventários com o Taggen GP possibilitará as empresas um trabalho preventivo em setores específicos, minimizando perdas que refletem em altos valores, esse que poderia ser melhor aproveitado para investimentos visando a otimização do setor”, finaliza o idealizador do projeto.  

 

Ato.Z Comunicação
Fonte Ato.Z Comunicação 04/05/2015 ás 11h

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