Volei - Dia das Mães, dia de Paula Pequeno e Fabíola

Fonte Assessoria de Comunicação - CBV | 12/05/2012 às 10h
Em 2006, a seleção feminina de vôlei sagrou-se campeã do Grand Prix e da Montreux Volley Cup. Mas, para duas jogadoras, aquele ano foi ainda mais marcante, o mais especial de suas vidas. A ponteira Paula Pequeno e a levantadora Fabíola tornavam-se mães. Do grupo de José Roberto Guimarães que disputa o Pré-Olímpico Sul-Americano, em São Carlos (SP), as duas são as únicas que, neste domingo, têm o privilégio de comemorar uma data que mexe com o sentimento de todas as pessoas no mundo.

No Dia das Mães, Paula Pequeno, mamãe de Mel, e Fabíola, mamãe de Andressa, estarão em quadra tentando garantir o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres. Isso, é claro, se a seleção passar pela Venezuela na semifinal deste sábado, às 16h, no ginásio Milton Olaio Filho. Às 13h30, Peru e Colômbia duelarão pela outra vaga na decisão. Paula Pequeno tem um motivo para entrar em quadra ainda mais motivada. Isto porque sua filha chega neste sábado a São Carlos para poder passar domingo tão especial com a mãe.

“É duro ficar longe da Mel. Nunca consegui, por exemplo, ir a uma reunião dos pais na escola dela. Graças a Deus, sempre consegui estar presente nos aniversários dela. Antes, só eu sofria. Agora, aos 5 anos, ela já cobra mais a minha presença. Somos muito amigas, nossos momentos juntas são muito intensos. Ela entende o meu trabalho, admira o que eu faço, mas, quando o coraçãozinho apertou uma vez, ela pediu para eu mudar de emprego. Tentei explicar a ela o que acontece. Naquele dia, chorei a noite inteira”, comentou Paula, que chama a filha carinhosamente de Memel.

Quando se há amor e dedicação, dificilmente o enredo das histórias de mãe e filhos não segue o mesmo roteiro. A sonoridade quando Paula fala de Mel é praticamente a mesma quando Fabíola fala de Andressa, também de 5 anos. As palavras saem com facilidade e os olhos brilham intensamente da mesma maneira. O sorriso de uma mãe fica ainda mais bonito e radiante quando o assunto é a sua cria. Quem nunca ouviu da boca de qualquer mulher que o momento mais feliz de sua vida foi o nascimento de seu filho? Pois é... Elas têm total razão.

“Ser mãe sempre foi um sonho. E conquistei isso aos 23 anos. E tive a Andressa num parto normal, maravilhoso. Na época, já estava com contrato fechado para jogar pelo Brasil Telecom e tinha que voltar logo às quadras. E ela estava com um mês de vida quando voltei a jogar. Amor de mãe e filho é incondicional, a gente quer estar sempre junto. Por ela, eu não jogaria vôlei, justamente por eu ficar longe muitas vezes. Ela até gosta do que eu faço, torce por mim, mas queria mesmo é que eu ficasse 24h por dia com ela”, disse a mamãe da Dedessa, como costuma chamar a filha.

Paula Pequeno, Mel, Memel. Fabíola, Andressa, Dedessa. A mãe, famosa, ídolo, ícone, é do Brasil. A filha, porém, a quer apenas para ela. Mais do que normal. Afinal, quem nunca ouviu uma outra frase, que diz “a minha mãe é a melhor do mundo”? Elas são mesmo uma entidade. Parabéns a todas as mamães!

Assessoria de Comunicação - CBV |
Fonte Assessoria de Comunicação - CBV | 12/05/2012 ás 10h

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