Vencedores do concurso da Estação Antártica são premiados em Brasília

Fonte Ascom do MCTI 08/05/2013 às 10h
A Marinha do Brasil (MB) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) premiaram, nesta terça-feira (7), em Brasília, os projetos selecionados no concurso público de arquitetura para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF). O concurso – lançado no dia 28 de janeiro – premiou as três propostas mais bem classificadas. Outros quatro projetos foram agraciados com menções honrosas.

 

O projeto de estudo no nível preliminar vencedor foi idealizado pelo arquiteto e urbanista Fábio Henrique Faria, do Estúdio 41, de Curitiba, que, além do prêmio de R$ 100 mil, será contratado para fazer adaptações nos estudos preliminares e realizar o anteprojeto e os projetos executivo e complementares. O escritório também acompanhará todo o processo licitatório da obra de construção da nova estação.

Segundo a Marinha, o contrato custará cerca de R$ 5 milhões. Em paralelo, será contratada uma empresa especializada para fazer o Estudo de Avaliação Preliminar de Impacto Ambiental. Após a finalização dos trabalhos, em meados deste ano, será realizada uma licitação para contração da obra, com previsão de início no verão de 2013-2014. O projeto total está orçado em R$ 100 milhões.

A equipe do arquiteto Luiz Adriano Trindade de Almeida, de São Paulo, conquistou o segundo lugar, com a premiação de R$ 50 mil. A terceira posição ficou com o grupo do arquiteto Igor Soares Campos, de Brasília, contemplada com R$ 30 mil. Receberam menções honrosas os projetos dos arquitetos: Anália Maria de Carvalho Amorim (São Paulo), Mário Biselli (São Paulo), Ricardo Jorge Pessôa de Mello (Recife) e Vera Magiano Hazan (Rio de Janeiro).

Esforço conjunto

Em sua participação na cerimônia, na Escola Naval da Marinha, em Brasília, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre, destacou a relevância do esforço e da parceria de diversos atores, do setor público e privado e dos próprios cientistas pelo desenvolvimento das pesquisas na Antártica.

“Foi a partir das bolhas aprisionadas no gelo antártico que a ciência mundial – e o Brasil contribuiu para isso – soube como era o clima do passado e de que estamos vivendo dentro de certos limites ambientais por milhões de anos”, comentou. “Essa nova estação vai recompor capacidade brasileira de manter um contingente importante de pesquisadores cada vez mais motivados naquele continente”, concluiu.

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Ascom do MCTI
Fonte Ascom do MCTI 08/05/2013 ás 10h

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