UCB nas Olimpíadas: egresso será fisioterapeuta nos Jogos Paralímpicos

Fonte Comunicação Universidade Católica de Brasília 12/08/2016 às h

Fyllipi Farago acredita que ajudar o próximo é encantador e ter essa atividade como ofício diário é uma dádiva. Pensando na recuperação e no reestabelecimento da função motora das pessoas à sua volta, o egresso do curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Brasília (UCB) realizou mais um sonho: participar como profissional das Olimpíadas do Rio 2016. Ao acompanhar as frequentes lesões de pessoas comuns, descobriu sua carreira na fisioterapia pela curiosidade em aprender a tratar as contusões dos esportes. Enquanto na vida pessoal se dedicou ao esporte Handebol, hoje, aos 26 anos, Fyllipi é especialista em fisioterapia esportiva.

Trabalha desde 2012 com reabilitação ortopédica e esportiva em ambiente terrestre e aquático. O currículo e a experiência profissional do jovem impressionaram no processo seletivo dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Durante um curso de capacitação em São Paulo (SP), promovido pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE), em 2015, Fyllipi Farago tomou conhecimento da seleção e logo fez sua inscrição. “Foi necessário inserir minhas habilidades no currículo para ser mais atrativo aos avaliadores. Um dia me ligaram e fizeram o convite para uma entrevista, que seria por telefone mesmo. Em poucas semanas, recebi um e-mail com minha aprovação. Depois disso, entrei em contato com a central dos serviços médicos das Paralimpíadas apenas para adequar a escala de trabalho”, detalhou Farago.

“Na Católica, sempre tive todo o suporte, em tempo integral, para meus estudos. O acesso aos professores e aos materiais de pesquisa era constante e tenho orgulho em dizer que conclui minha graduação na UCB. Com certeza, minha especialização e minha experiência profissional fizeram a diferença na hora de me selecionarem para as Paralimpíadas”, frisou o fisioterapeuta dos Jogos do Rio 2016. 

Fyllipi ficará instalado no Velódromo Olímpico do Rio, onde acontecerão as provas de ciclismo de pista. Ele destaca que nunca cogitou trabalhar com atletas paralímpicos. “Fiquei muito surpreso com a superação diária deles. O Brasil está sempre em posições privilegiadas no quadro de medalhas das Paralimpíadas, mas, ainda assim, não tem a repercussão que merece. A vida desses atletas é um grande exemplo para várias pessoas”, apontou. 

Em sua rotina profissional, é coordenador da clínica IBPHYSICAL e atende pacientes com disfunções ortopédicas gerais na hidroterapia, além de acompanhar atletas amadores, um paratleta da Seleção Brasileira de Tênis de Mesa e profissionais de futebol, como o Brasília Futebol Clube. Aos fins de semana, atua como plantonista na internação do Hospital Santa Lúcia Norte. “Os atletas sempre chegam com alguma queixa. Então, o objetivo é investigar essa queixa, tratar a causa e orientar para prevenir recidivas ou novas lesões. Espero poder colaborar para que cada vez mais pessoas superem seus limites e possam se espelhar neles. Por isso, vejo essa oportunidade como um grande presente de Deus e uma ótima experiência profissional e pessoal”, afirmou.

Comunicação  Universidade Católica de Brasília
Fonte Comunicação Universidade Católica de Brasília 12/08/2016 ás h

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