SELEÇÃO DE NOVOS: Tecnologia de ponta desenvolvida no Brasil ajuda na preparação dos atletas

Fonte Assessoria de Comunicação - CBV 28/05/2013 às 10h

 

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O ponteiro Ricardo foi o primeiro a fazer o exame

 

RIO DE JANEIRO (RJ), 27.05.2013 – Um grupo de 18 “gigantes” mudou a rotina do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) nesta SEGUNDA-FEIRA (27.05), no Rio de Janeiro, chamando atenção de quem estava nas dependências do moderno prédio, inaugurado em 2011. Acostumados aos exercícios em quadra, os atletas da seleção masculina de novos encararam uma manhã diferente: no lugar do ginásio, o Laboratório de Avaliação do Movimento; bolas, redes e antenas deram vez a equipamentos sofisticados. Tudo isso para a realização de um exame preventivo das articulações dos joelhos.

A equipe de técnicos do laboratório, que é comandada pelo preparador físico da seleção, José Inácio Salles Neto, aplicou o teste chamado de “Senso de posição articular”, que visa avaliar a percepção dos movimentos musculares de cada jogador. “Tentamos fazer este tipo de exame uma vez ao ano para direcionar os treinamentos e evitar lesões. Depois, com o resultado nas mãos, podemos fazer uma avaliação de força e ter a dimensão da condição física de cada atleta”, afirma José Inácio, que faz parte da comissão técnica de Bernardinho desde 2001.

O exame consiste em repetir movimentos de extensão da perna com o atleta vendado, e é realizado em um equipamento chamado Dinamômetro Isocinético, que se assemelha a uma cadeira extensora, comum em salas de musculação em qualquer academia. Segundo Victor Crossich, um dos pesquisadores participante da avaliação, o equipamento é fabricado nos Estados Unidos, mas a técnica usada e o software que interpreta os dados são desenvolvidos no próprio Into.

O Instituto também possui uma parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O objetivo é incrementar a preparação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. “A gente absorve todas as modalidades. O vôlei foi o pioneiro desta tecnologia, e agora ampliamos para os demais esportes”, completa José Inácio, que coordena o Laboratório de Análise do Movimento há sete anos.

O primeiro a ser avaliado foi o ponteiro Ricardo, que se mostrou bastante empolgado com a possibilidade de utilizar a ciência em prol do esporte. “Exige muita concentração. Uma oportunidade ímpar que a seleção dá para a gente utilizar equipamentos tão avançados.”, disse o atleta após fazer a sequência de repetições.

Assessoria de Comunicação - CBV
Fonte Assessoria de Comunicação - CBV 28/05/2013 ás 10h

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