Prédios históricos da Fiocruz são alvo de restauração e preservação

Fonte Agência de Notícias Fiocruz 25/02/2013 às 10h

 

Beleza escondida (Foto: Jussara Simmer Bravin / Cecal / Fiocruz)

As torres mouriscas se distinguem no cenário urbano da Zona Norte carioca - difícil passar pela Avenida Brasil, na altura da passarela 6, e não se espantar com as marcas que a Fiocruz imprime na paisagem. Mais difícil ainda imaginar que, bem antes de surgir o edifício com inspiração no palácio espanhol de Alhambra, o espaço onde está hoje o campus de Manguinhos já foi o habitat de índios tupinambás e fazenda de cana de açúcar e café.

A sede da Fundação guarda um grande complexo histórico e arquitetônico, com vários elementos para além de seu Pavilhão Mourisco. Preservá-lo tem sido um desafio desde a sua criação. É isso que mostra uma reportagem publicada na última edição da Revista de Manguinhos, que revela os detalhes da busca, dentro da Fiocruz, pelos melhores mecanismos para restaurar e resguardar essa riqueza arquitetônica.

O texto aborda as intervenções recentes em alguns prédios históricos, como o Quinino e o próprio Castelo, cujas torres passam por restauração. Conta como foi o surgimento do Plano de Ocupação da área de Preservação do Campus Fiocruz Manguinhos (Poap). E mostra como esse tipo de cuidado foi se desenvolvendo ao longo da história.

Leia a reportagem completa.

Agência de Notícias Fiocruz
Fonte Agência de Notícias Fiocruz 25/02/2013 ás 10h

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Prédios históricos da Fiocruz são alvo de restauração e preservação