Pequenos negócios lucram mais

Fonte Fábrica de Comunicação 26/03/2013 às 21h

Micro e pequenas empresas catarinenses estão mais otimistas e competitivas, aponta pesquisa do Sebrae/SC

A pesquisa Sensor, que entrevista a cada semestre 500 micro e pequenas empresas de todas as regiões de Santa Catarina, mostra que no segundo semestre de 2012 o índice de competitividade dos pequenos negócios registrou média de 53,6 pontos, em uma escala de 0 a 100, contra 51,35 do semestre anterior. É o maior patamar desde a sua implantação, em 2011. Consequentemente, o faturamento dos pequenos negócios foi 3% superior, aponta a pesquisa realizada pelo Sebrae/SC.

Os números levantados pela pesquisa mostram ainda que as empresas atendidas pelo Sebrae/SC atingiram maior pontuação no índice de competitividade: 61 pontos contra 50 das empresas que não têm acompanhamento da instituição. “Estamos trabalhando intensamente para aumentar a competitividade dos pequenos negócios por meio de diversos fatores que destacam essas empresas em um mercado cada vez mais competitivo e global”, sustenta Sérgio Cardoso, diretor de administração e finanças do Sebrae/SC.

Um dos programas apontado como motivador dessa melhora é o Agente Local de Inovação, que treina jovens para atuarem dentro das empresas com ações inovadoras e que aumentam a competitividade dos pequenos negócios. “Este ano vamos capacitar mais 40 agentes para atuarem em empresas de todo o estado, que serão somados aos 32 já existentes. Eles provocam um verdadeiro choque de empreendedorismo”, anuncia Sérgio.

Investimentos e otimismo

As micro e pequenas empresas também estão investindo mais. Em 82% dos negócios acompanhados pela pesquisa houve aportes maiores no segundo semestre de 2012 e, entre eles, 32% usaram recursos de terceiros para investir. As opções de empréstimo para os empresários motivaram o aumento dos investimentos, constata Sérgio. “Os bancos estão criando linhas específicas para os pequenos negócios, que atendem as suas demandas”, observa.

Os empresários também estão mais otimistas. Para 40% a situação econômica do país será melhor no primeiro semestre de 2013, para 35% será igual e apenas 15% espera um período pior do que o segundo semestre de 2012.

Fábrica de Comunicação
Fonte Fábrica de Comunicação 26/03/2013 ás 21h

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