O que Drucker faria agora?

Fonte Imprensa LeYa 21/04/2013 às 20h

Peter Ferdinand Drucker, (nasceu em 19 de novembro de 1909, em Viena, Áustria e faleceu em 11 de novembro de 2005, em Claremont, Califórnia, EUA). Foi um escritor, professor e consultor administrativo de origem austríaca, considerado o pai da Administração Moderna, sendo o mais reconhecido dos pensadores do fenômeno dos efeitos da globalização na economia em geral e em particular nas organizações – subentendendo-se a Administração Moderna como a ciência que trata sobre pessoas nas organizações, como dizia ele próprio.

Drucker afirmava que a empresa que conseguir vender o produto/serviço certo, para o cliente certo, com a distribuição adequada, por um preço adequado e no momento oportuno, verá seus esforços de venda reduzirem-se a quase zero, ou seja, a venda tornar-se-á automática em função de a demanda ter sido corretamente equacionada e trabalhada.

“O desempenho econômico não é a única responsabilidade de um negócio”. (Peter Drucker)

“O planejamento não diz respeito às decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes.” (Peter Drucker)

Peter Drucker conhecia o Brasil por meio de três grandes ícones nacionais: a fabricante de aviões Embraer; a companhia petrolífera Petrobras e o ex-presidente Juscelino Kubitschek. Ozires Silva, ex-presidente da Embraer, conta: "Drucker era fascinado pela história da Embraer e de como um país em desenvolvimento, como o Brasil, pôde desenvolver uma indústria de ponta e competir com as nações mais industrializadas do mundo neste complexo segmento do mercado.” Da mesma forma, Drucker considerava extraordinário o desenvolvimento da Petrobras e seu potencial energético.

Em sua primeira visita ao Brasil, ainda nos anos 50, Drucker pôde conhecer o presidente Juscelino Kubitschek e apoiar sua decisão de construir Brasília. Numa entrevista à revista Exame, Drucker enfatizou a criação da nova capital federal como o acontecimento mais importante no país nos últimos 50 anos: "Brasília criou um Brasil diferente, voltado para seu interior.”

Otimista com o futuro brasileiro, ele afirmou não concordar com a visão (em voga em fins dos anos 90) de que o Brasil havia fracassado em sua ânsia de se tornar uma nação desenvolvida. "Conheço os tremendos problemas brasileiros, mas houve enorme progresso, tanto social como econômico, mas, principalmente, psicológico."

À medida que tecnologia, globalização e inovações nos negócios avançam em grande velocidade, a pergunta “O que Drucker faria agora?” se torna mais relevante. Mais do que qualquer um de seus contemporâneos, Peter Drucker entendia como o indivíduo, a instituição e a sociedade interagem. E ninguém reconheceu e articulou melhor os desafios enfrentados pelos três – ou surgiu com soluções mais práticas para esses desafios.

Desde 2007, Rick Warzman, diretor do Drucker Institute, vem habitualmente perguntando – em sua conhecida coluna no Bloomberg Businessweek, o que Drucker faria. Em cada matéria, Wartzman apresenta um assunto atual e um ponto de vista inspirado em Peter Drucker, baseado em seu profundo conhecimento, suas ideias e ideais.

O que Drucker faria agora? aborda o melhor de Wartzman, com suas mais atuais colunas, num único volume, oferecendo uma perspectiva nos negócios e na sociedade que você não irá encontrar em nenhum outro lugar. Trazendo mais de 80 artigos, o livro está organizado em sete seções temáticas:

• Administração como uma disciplina

• O exercício da Administração

• Desafios administrativos para o século XXI

• Sobre Wall Street e Finanças

• Sobre valores e responsabilidade

• Setores Público e Social

• Arte, música e esporte

Englobando tudo, desde o salvamento financeiro federal da GM e o escândalo no Goldman Sachs, até os papéis da religião e das relações raciais numa sociedade bem-articulada, O que Drucker faria agora? percorre uma variedade de assuntos tão abrangentes quanto a extraordinária mente de Drucker.

Wartzman oferece um olhar inteligente, original e provocador a um mundo que está sendo golpeado pela mudança, e onde todas as instituições – particulares, públicas e sem fins lucrativos – estão em busca de respostas. Realmente, o que Drucker faria?

Sobre o autor:

Rick Wartzman é diretor executivo do Drucker Institute, na Claremont Graduate University, uma organização que transmite os ensinamentos de Peter Drucker, com a finalidade de melhorar a sociedade estimulando a administração efetiva e a liderança responsável. Ex-repórter e editor do Wall Street Journal e do Los Angeles Times, é colunista da Bloomberg Businessweek online e editor de The Drucker Lectures: Essential Lessons on Management, Society and Economy. Ele mora em Los Angeles, Califórnia.

Ficha Técnica

Editora: Leya

N.º Páginas: 352

Preço de capa: 39,90

Preço de ebook: 26,99

ISBN: 978-85-8044-659-3

1ª Edição: Abril de 2013

A LeYa é o grupo editorial que integra algumas das mais prestigiadas editoras portuguesas. Está presente em quase todos os países de língua portuguesa. No Brasil, o grupo LeYa atua em edições escolares e no mercado de interesse geral, por meio dos selos LeYa e Lua de papel e as parcerias com Casa da Palavra e Fantasy. www.leya.com.br

Imprensa LeYa
Fonte Imprensa LeYa 21/04/2013 ás 20h

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