Nova modalidade de turismo em Fernando de Noronha

Fonte Comunicação ICMBio 11/05/2012 às 15h
Uma nova modalidade de turismo tem atraído a atenção dos visitantes do arquipélago de Fernando de Noronha (PE) para a importância da conservação das espécies marinhas e ajudado as pesquisas desenvolvidas pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas (Tamar/ICMBio) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

No início do ano foi firmada uma parceria com o Projeto Navi - Natureza Viva que tem permitido aos turistas participarem da coleta de informações. Os dados visam estimar a quantidade de tartarugas que vivem no arquipélago e conhecer mais sobre o comportamento das espécies.

A Navi é uma embarcação de origem soviética, com uma lente no casco, que permite ver o fundo do mar. Em um lugar conhecido pela transparência de suas águas e natureza exuberante, verdadeiro laboratório a céu aberto, até 30 passageiros têm contato com o mundo subaquático sem se molhar. O passeio, que é conduzido por um guia com experiência em biologia marinha, simula uma expedição oceanográfica. Os passageiros recebem uma tabela de identificação de espécies para marcar os animais visualizados. O Tamar/ICMBio desenvolveu um método, aplicado durante as saídas turísticas da Navi para coleta de dados para pesquisa e permitir classificar tamanhos, espécies, comportamento e tipo de fundo em que estavam.

Até o final do mês de março foram acompanhadas 21 operações, totalizando 14 horas e 32 minutos de amostragem em 11 áreas. O trabalho permitiu observar 53 tartarugas, sendo 39 tartarugas-verdes, 10 de pente e quatro com a espécie não identificada, indicando que nas águas do arquipélago há uma proporção de quatro tartarugas-verdes para cada tartaruga-de-pente. Para se chegar a uma conclusão fundamentada sobre a questão da quantidade de tartarugas que habitam a região, serão necessários anos de amostragem em diversas praias. O Tamar/ICMBio realiza estudos em Fernando de Noronha desde 1984.

Para o coordenador das bases do Tamar/ICMBio em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, Armando Barsante, o turismo de experiência é um interessante instrumento de sensibilização e educação ambiental. “Também proporciona ao visitante participar de atividades de campo como presenciar o nascimento dos filhotes, o programa de marcação, recaptura e o monitoramento noturno das praias”, complementa.



Uma nova modalidade de turismo tem atraído a atenção dos visitantes do arquipélago de Fernando de Noronha (PE) para a importância da conservação das espécies marinhas e ajudado as pesquisas desenvolvidas pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas (Tamar/ICMBio) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

No início do ano foi firmada uma parceria com o Projeto Navi - Natureza Viva que tem permitido aos turistas participarem da coleta de informações. Os dados visam estimar a quantidade de tartarugas que vivem no arquipélago e conhecer mais sobre o comportamento das espécies.

A Navi é uma embarcação de origem soviética, com uma lente no casco, que permite ver o fundo do mar. Em um lugar conhecido pela transparência de suas águas e natureza exuberante, verdadeiro laboratório a céu aberto, até 30 passageiros têm contato com o mundo subaquático sem se molhar. O passeio, que é conduzido por um guia com experiência em biologia marinha, simula uma expedição oceanográfica. Os passageiros recebem uma tabela de identificação de espécies para marcar os animais visualizados. O Tamar/ICMBio desenvolveu um método, aplicado durante as saídas turísticas da Navi para coleta de dados para pesquisa e permitir classificar tamanhos, espécies, comportamento e tipo de fundo em que estavam.

Até o final do mês de março foram acompanhadas 21 operações, totalizando 14 horas e 32 minutos de amostragem em 11 áreas. O trabalho permitiu observar 53 tartarugas, sendo 39 tartarugas-verdes, 10 de pente e quatro com a espécie não identificada, indicando que nas águas do arquipélago há uma proporção de quatro tartarugas-verdes para cada tartaruga-de-pente. Para se chegar a uma conclusão fundamentada sobre a questão da quantidade de tartarugas que habitam a região, serão necessários anos de amostragem em diversas praias. O Tamar/ICMBio realiza estudos em Fernando de Noronha desde 1984.

Para o coordenador das bases do Tamar/ICMBio em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, Armando Barsante, o turismo de experiência é um interessante instrumento de sensibilização e educação ambiental. “Também proporciona ao visitante participar de atividades de campo como presenciar o nascimento dos filhotes, o programa de marcação, recaptura e o monitoramento noturno das praias”, complementa.




Comunicação ICMBio
Fonte Comunicação ICMBio 11/05/2012 ás 15h

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