Medicamentos fracionáveis estão em aproximadamente 15 mil farmácias no Brasil

Fonte Approach 28/04/2013 às 19h

 

Indústria paranaense é a primeira do país a ter linha de medicamentos que valoriza o uso racional de fármacos

A Prati-Donaduzzi, indústria de medicamentos localizada em Toledo (PR) é uma das maiores fabricantes de genéricos consumidos no Brasil, é a primeira farmacêutica brasileira a investir na estrutura para a comercialização dos medicamentos fracionáveis. Com portfólio de 38 apresentações comercializadas e outros aguardando por registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os fracionáveis da Prati-Donaduzzi agora estão presentes em aproximadamente 15 mil farmácias em todo país.

A indústria adéqua farmácias de todo o país com a estrutura obrigatória para a venda dos medicamentos fracionáveis. A área específica para a prática do fracionamento, exigidos pela ANVISA, são cedidos pela Prati-Donaduzzi com o que é necessário. Também, a indústria garante a régua de gôndola, para fácil identificação dos medicamentos na prateleira, e as embalagens que contém todas as informações exigidas pela ANVISA, para que o consumidor possa levar o medicamento com mais segurança e higiene.

Os medicamentos fracionáveis, com comercialização permitida no Brasil desde maio de 2006, em atendimento à Resolução da Diretoria Colegiada (ou DC 80), da ANVISA, são aqueles que podem ser vendidos em doses estabelecidas pela prescrição médica, com a finalidade de promover o seu uso racional. Por definição, fracionamento é a subdivisão da embalagem primária de um medicamento em partes individualizadas.

O presidente da Prati-Donaduzzi, Luiz Donaduzzi, explica que a farmacêutica, ao produzir os medicamentos fracionáveis, investe na promoção do Uso Racional de Medicamentos. "Adequar as farmácias em todo Brasil para a comercialização de fracionáveis é uma tarefa que a Prati-Donaduzzi realiza com muita responsabilidade e seguindo minuciosamente as normas vigentes no país. Com isto, a indústria busca constantemente inovar no sentido de tornar a vida das pessoas melhor", afirma Luiz Donaduzzi.

Os fracionáveis evitam o descarte de medicamentos na natureza; permitem a sua rastreabilidade; facilitam a sua identificação e sugerem menor risco de intoxicação. Quando paciente compra determinado medicamento seguindo orientação médica, nem sempre o número de unidades prescritas pelo médico é igual à que contém a embalagem convencional. Assim, não é incomum que pessoas mantenham o medicamento em casa, muitas vezes sem conhecer os critérios de armazenamento. Isso ainda sugere a automedicação e apresenta risco do uso indevido de remédios por crianças pequenas. Dados do SINITOX - Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas - aclaram que crianças menores de cinco anos apresentam aproximadamente 35% dos casos de intoxicação por medicamentos no Brasil.

Segundo a farmacêutica da Prati-Donaduzzi, Letícia Picoli, não é um hábito saudável manter medicamentos em casa sem conhecer os critérios de armazenamento e riscos que a automedicação apresenta - as pessoas prejudicam a própria saúde e colocam em risco o bem-estar de outras pessoas. "Quando o paciente adquire determinado medicamento seguindo orientação médica, nem sempre o número de unidades prescritas pelo especialista é igual ao da embalagem convencional. Os medicamentos fracionáveis mudam esta realidade", explica a farmacêutica. "Os médicos receitam apenas a quantidade ideal que o paciente vai usar durante o tratamento e ele gasta menos e não precisa guardar remédios em casa", complementa Letícia.

Ademais, os fracionáveis possibilitam ao paciente reduzir gastos com a compra de medicamentos. Se lhe foi prescrito 20 unidades de determinado remédio ele pode comprá-las em momentos distintos e não despender de uma só vez a quantia total para a sua aquisição.
DETERMINAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E VENDA

Todos os medicamentos nas apresentações de frasco-ampola, ampola, seringa preenchida, flaconete, sachê, envelope, blister e strip podem ser registrados para a forma fracionada junto a ANVISA. Cada embalagem primária fracionada (blister), ou seja, aquela que está em contato direto com o medicamento, deve conter todas as informações sobre a droga - nome; concentração da substância ativa por unidade; nome de registro ou logomarca da indústria; número de registro, lote e data de validade; via de administração e indicação de Medicamento Genérico, caracterizada pela letra G e a expressão ‘Exija a Bula’.

A embalagem secundária (caixa de papel), deve ser desenvolvida especialmente para tal fim, ser aprovada pela ANVISA, garantir o acondicionamento adequado do medicamento, vir acompanhado de bula - que a indústria farmacêutica deve disponibilizar à farmácia - e conter as mesmas informações determinadas aos medicamentos convencionais.

Às farmácias a exigência é que contenham área para o fracionamento com área específica para a prática; placa de identificação do nome completo do farmacêutico e dos horários da sua atuação no estabelecimento; indicação em local visível de que o fracionamento deve ser realizado sob responsabilidade do farmacêutico; documentos comprobatórios de regularidade de funcionamento do estabelecimento e local adequado para o armazenamento das embalagens.

No site da Prati-Donaduzzi o consumidor pode consultar em qual a farmácia o medicamento fracionado é comercializado no Brasil.

http://www.pratidonaduzzi.com.br/fracionaveis/farmaciasfracionaveisbrasil.pdf

Sobre a Prati-Donaduzzi

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos e similares, é a primeira no país a comercializar os medicamentos fracionáveis. Com sede em Toledo, oeste do Paraná, tem mais de 3,5 mil colaboradores. A Prati-Donaduzzi tem um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil e produz, em média, 460 mil unidades por dia de medicamentos sólidos, semi-sólidos e líquidos - equivalendo a quase 10 bilhões de doses terapêuticas por ano.

Approach
Fonte Approach 28/04/2013 ás 19h

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