Jubileu de Ouro

Fonte Assessoria de Comunicação Legião da Boa Vontade-DF 19/11/2009 às 0h
Paiva Netto

Nas comemorações do Jubileu de Ouro da Proclamação do Novo Mandamento de Jesus, a Juventude Ecumênica Militante da Boa Vontade, num opúsculo, reuniu extratos de diversas palestras que realizei ao longo de mais de cinco décadas sobre o tema:

Um dos atos mais comoventes e decisivos da História — o tempo provará — foi a Proclamação do Novo Mandamento de Jesus, feita por Alziro Zarur (1914-1979), em 7 de setembro de 1959, na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, Brasil, no antigo Hipódromo do Bonfim, que, na época, era o espaço público mais vasto que por lá existia, capaz de receber a multidão que fora ouvi-lo. Trata-se, tão expressiva página, do fundamento da Religião de Deus, pois preconiza o Amor do próprio Arquiteto do Universo, por intermédio do Seu Filho Jesus. E a origem de tudo isso é a Boa Vontade. A visão que a Sabedoria imanente do Mandamento Novo do Cristo nos abre torna compreensível para nós o incompreensível; suportável, o insuportável. Por esse motivo é que, no “Tratado Universal sobre a Dor”, quando nos referimos à Lei do Cristo, ressaltamos que – se nela nos integrarmos – faremos com que o intolerável se torne tolerável, e até a desesperança, esperançosa.

Zarur escolheu o 7 de setembro de 1959 para explanar acerca da libertação espiritual de todos, porque concluíra que qualquer liberdade política, social e econômica é incompleta se não for iluminada pela que do Alto desce sobre nós: “Conhecereis a Verdade (de Deus), e a Verdade (de Deus) vos libertará” (Evangelho segundo João, 8:32).

Expressão verídica de Justiça e Amor

Muitos podem confundir Amor com passividade ou impunidade, quando o seu significado é exatamente o contrário. Ora, é inconcebível haver sociedade justa sem que ela receba a sacrossanta iluminação do Mandamento Novo. Por simples raciocínio, notamos que o Legislador Celeste preocupou-se em revelar Seu ensinamento máximo em forma de lei, para estabelecer ordem. Trata-se de um Mandamento: “Amai-vos como Eu vos amei” (Boa Nova consoante João, 13:34), o maior de todos, a base da Constituição Legal do Cosmos. Ele igualmente outorgou regulamento à lei: “Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos” (Evangelho segundo João, 13:35). Logo, devemos sempre relacionar a acepção de Amor à de Justiça. Contudo, da inspirada nos ditames superiores, que não podem ser confundidos com as barbaridades exercidas em nome do Pai Celestial, no decorrer dos milênios.
Assessoria de Comunicação Legião da Boa Vontade-DF
Fonte Assessoria de Comunicação Legião da Boa Vontade-DF 19/11/2009 ás 0h

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