Investimentos e programas do MEC são tema de debate no Rio

Fonte Ascom - MEC 17/05/2013 às 9h

Rio de Janeiro – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou nesta quarta-feira, 15, a importância dos investimentos públicos em educação feitos por meio de programas como Universidade para Todos (ProUni), Ciência sem Fronteiras, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que estão melhorando a qualidade da educação no país e devem integrar os investimentos em educação e de inclusão social do governo.

Os programas integram o investimento total em educação, que hoje soma 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O investimento total é utilizado por várias organizações internacionais para medir o quanto cada país destina para a educação, como a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mercadante participa, no Rio de Janeiro, do XXV Fórum Nacional – O Brasil de Amanhã e a Magia do Desenvolvimento, organizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No evento, ele fez um balanço das ações do MEC, da creche à pós-graduação.

Enquanto isso, o MEC segue discutindo, com o Congresso e os movimentos sociais da área de educação, quais outros investimentos devem ser incluídos na área da educação.

O ministro lembrou que o Brasil precisa que ter uma fonte de receita concreta para alcançar os 10% do PIB para a educação em 2020, previstos no Plano Nacional de Educação (PNE). E que a destinação dos 100% dos royalties do petróleo para a educação é o melhor caminho para cumprir a determinação do PNE. Debate sobre este tema está em curso no Congresso Nacional.

Mercadante também destacou a importância do novo Regime Diferenciado de Contratações (RDC) como forma de estimular os investimentos em educação.

Ele citou exemplos de ações como a escola em tempo integral, que deve atingir no fim do ano que vem a meta de 60 mil escolas, as 140 mil bolsas do Fies para estudantes de engenharia, as cotas no ensino superior, que em quatro anos devem chegar à metade dos estudantes de escolas públicas, e os bolsistas do Ciência sem Fronteiras, que servirão como ponta de lança para o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação no país.

Ascom - MEC
Fonte Ascom - MEC 17/05/2013 ás 9h

Compartilhe

Investimentos e programas do MEC são tema de debate no Rio