Indústria de óleo e gás ganha laboratórios para produtos e protótipos em 3D

Fonte Assessoria de Comunicação da Onip 10/08/2014 às 12h
Na próxima segunda-feira, 11 de agosto, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), com apoio da Petrobras e da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), vão inaugurar quatro modernos laboratórios, que fazem parte do projeto Fabricação Digital. Três deles pertencem ao Centro Técnico Científico (CTC) da PUC-Rio, e um ao INT. As estruturas vão oferecer à indústria de óleo e gás sete técnicas para a produção de protótipos e produtos em vários materiais, como titânio, alumínio, aço, nylon e outros plásticos de alta resistência, e receberam investimento de R$ 10 milhões da Petrobras.

Os laboratórios já estavam em funcionamento, mas, além de novos equipamentos, agora passam a trabalhar de forma conjunta, tendo entre seus clientes empresas fornecedoras do setor de óleo e gás. Na PUC-Rio, o Laboratório de Desenvolvimento de Protótipos passa a contar com cerca de 30 equipamentos, incluindo uma impressora de protótipos em metal. No Núcleo de Experimentação Tridimensional (Next), uma impressora 3D de alta definição e um braço robô para a confecção de componentes de grandes dimensões são os destaques. E o GIGA, que atua no segmento de automação e de eletrônica embarcada, recebeu oito equipamentos fabricados na Alemanha capazes de produzir protótipos e cabeças de série de placas de circuito impresso completamente montadas.

Já no INT – pioneiro na área de prototipagem rápida no país, realizando impressão 3D desde 1997 –, o Laboratório de Modelos Tridimensionais (Lamot) passou por ampla reforma para receber duas máquinas especiais, também de origem alemã. A Voxel Jet (VX 800) é capaz de imprimir as maiores peças geradas por tecnologias de impressão 3D dentre os equipamentos disponíveis no Brasil. Os modelos são gerados em PMMA (polimetilmetacrilato), que evapora completamente ao ultrapassar os 600° C, permitindo seu uso como matrizes para criação de moldes precisos para a fundição de peças metálicas. Já a Formiga (P 110) usa tecnologia de sinterização a laser para consolidar modelos ou peças finais em nylon.

De acordo com levantamento da Onip, responsável pela gestão do projeto Fabricação Digital, o Brasil tem uma demanda reprimida de mais de 400 empresas na área de óleo e gás em busca desse tipo de solução unificada.


Assessoria de Comunicação da Onip
Fonte Assessoria de Comunicação da Onip 10/08/2014 ás 12h

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