Indispensáveis na vida moderna, os celulares podem ser prejudiciais a saúde

Fonte MKT Comunicação 22/04/2013 às 8h

Estudos diversos debatem o tema da radiação emitida por celulares. No entanto,

quais são realmente os malefícios causados por esses objetivos inseparáveis?

Hoje em dia, esses pequenos aparelhos não têm mais apenas as funções básicas de telefones. Praticamente tudo está inserido dentro desses pequenos objetos dos quais nos tornamos reféns: internet, e-mails, redes sociais, sites de busca, etc., e dos quais estamos cada vez mais dependentes.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil terminou o ano de 2010 com um total de 202,94 milhões de aparelhos, apresentando um aumento de 16,66% em relação ao ano anterior. Ainda de acordo com esse levantamento, até mesmo a quantidade e duração das chamadas tem aumentado.

Dentro deste contexto, como fica a saúde dos seus usuários? Diversos estudos neurológicos buscam respostas sobre a relação entre o uso excessivo de celulares e o câncer. De forma geral, tem-se que os celulares emitem um tipo de radiação eletromagnética (radiofrequência), que pode ser de dois tipos: ionizante e não-ionizante. Os celulares emitem este segundo tipo e, de acordo com a Organização Munidal da Saúde (OMS), não há, até o momento, evidências de que essa radiação leva à doença.

Apesar disso, estudos realizados na Universidade de Yale e no Instituto Nacional do Câncer, ambos nos Estados Unidos (EUA), apontam que o uso desmedido de aparelhos celulares pode aumentar o nível de glicose no cérebro e atingir os tecidos cerebrais no mesmo lado da cabeça, prejudicando atividades neuronais e apresentando alterações no metabolismo, além de um aumento da temperatura do corpo, mesmo que pouco considerável.

Enquanto os estudos científicos não chegam a nenhuma resposta conclusiva sobre o tema, o Instituto Nacional do Câncer (EUA) já sugere que os consumidores reduzam o tempo das ligações telefônicas via celular, e o tempo em geral dispensado para usá-lo. Além disso, o uso de fones de ouvido ou no modo viva-voz, são indicados para afastar o aparelho dos tecidos cerebrais.

Com a mesma preocupação, a Ionvita lançou no mercado brasileiro o IONIX, um dispositivo autoadesivo composto à base de turmalina, capaz de neutralizar a radiação emitida quando os aparelhos celulares estão ligados. Além disso, o dispositivo garante maior durabilidade do aparelho, pois o princípio de neutralização da energia garante que haja uma redução significativa da perda de energia em forma de calor. Ou seja, o celular passa a aquecer menos e sua bateria alcança um desempenho eficiente por mais tempo.

Os bloqueadores de radiação IONIX foram testados e aprovados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) no teste SAR (Specifc Absorption Rate), recomendado pela Anatel. Com garantia de cinco anos de uso contínuo, o Ionix está disponível para compra online, através do site: www.ionix.com.br

 

MKT Comunicação
Fonte MKT Comunicação 22/04/2013 ás 8h

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