INCT mostra novas alternativas de tratamento da diabetes e hipertensão

Fonte Ascom do CNPq 02/05/2013 às 11h
 
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanobiofarmacêutica (INCT Nanobiofar) apresenta, em Belo Horizonte, a nova descoberta da equipe do instituto: a identificação de um componente inédito no sistema renina-angiotensina. O peptídeo alamandina produz vasodilatação e outros efeitos que protegem o coração, semelhantes aos produzidos pela angiotensina-(1-7).

 

A apresentação será realizada durante o IX Simpósio Internacional em Peptídeos Vasoativos, que acontece de hoje (2) até 5 de maio, na capital mineira.

O evento, direcionado a profissionais da área da saúde, é organizado pelo INCT Nanobiofar, em parceria com o Laboratório de Hipertensão do Departamento de Fisiologia e Biofísica e o Programa de Pós-graduação em Fisiologia e Farmacologia, ambos vinculados ao Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A descoberta é fruto de pesquisa iniciada em 2008 e apresenta resultados promissores nos testes preliminares. “O próximo passo é a realização de ensaios clínicos para avaliar os efeitos da fórmula em humanos”, explica o coordenador do INCT Nanobiofar e professor da UFMG, Robson Santos. “Caso a eficácia da substância seja comprovada, a expectativa é que as propriedades terapêuticas da alamandina possam ser somadas às da angiotensina-(1-7), potencializando o tratamento de doenças como diabetes e hipertensão”.

Segundo ele, a equipe deverá submeter o protocolo de testes para aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), vinculada ao Ministério da Saúde (MS), do Comitê de Ética em Pesquisa (Coep) da universidade e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os resultados já foram publicados na revista Circulation Research. Para lei o artigo clique aqui.

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Ascom do CNPq
Fonte Ascom do CNPq 02/05/2013 ás 11h

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