Franquias de baixo custo incentivam novos empreendedores

Fonte Visão Estratégica Comunicação 02/05/2013 às 8h

Novo modelo de negócios no mercado imobiliário traz oportunidade de trabalho em home office para corretores autônomos

Esse tem sido o cenário de muitos empresários que estão chegando agora no mercado como empreendedores. Além dos que investem na mudança de carreira e na profissão de "autônomo/liberal", o Brasil tem identificado um número significativo de pessoas que também têm optado por microfranquias. Isso porque esse tipo de negócio exige no máximo R$ 50 mil de investimento, dependendo do segmento. Ao todo, são 336 marcas oferecendo microfranquias no país, que faturam, em média, 30 mil reais.

 

Entre as principais vantagens está, por exemplo, a facilidade desses formatos de empresas não exigirem um ponto comercial para funciona, o que permite aos empreendedores instalar uma empresa dentro de casa, reduzindo custo e aumentando a renda do empresário. O setor cresceu e hoje já representa 17% do total de marcas e 4% do faturamento do setor, quase R$ 3,5 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

 

Mesmo com esses modelos de empresas em alta, alguns empresários trazem ideias inovadoras de formatos semelhantes às franquias para novos empreendedores e inspirados em modelos de negócios europeus. Um exemplo é a i-Uni Brasil, rede de licenciamento online para corretor de imóveis e imobiliárias pequenas, que chegou ao país em outubro do ano passado e já tem profissionais que se tornaram novos empreendedores em São Paulo e interior (Ourinhos e São José dos Campos), Rio de Janeiro, Curitiba e Balneário Camboriú.

 

Diferente do conceito de uma franquia convencional, a i-Uni Brasil traz as vantagens de oferecer ao profissional todas as facilidades de um licenciamento de marca, ou seja: toda a estrutura e suporte de uma franquia com a liberdade contratual de um licenciamento. "Para se tornar microempreendedor com a i-Uni Brasil, o interessado deve investir cerca de R$ 2 mil. Além disso, terá mensalidades baixas, que variam de R$ 200 - para corretores autônomos - a R$ 500 para imobiliárias físicas com até dez corretores", explica Rodrigo Caporrino, diretor geral da empresa.

 

Para se associar é muito simples, ensina o executivo: basta o profissional possuir um computador e acesso à internet. No entanto, é importante ressaltar que se trata de uma atividade regulamentada por um Conselho Regional, o CRECI, com a qual é imprescindível ao candidato possuir seu registro nele. Com o sistema operacional da rede baseado em Clowd Computer, um servidor em rede online permite o acesso rápido e leve de qualquer dispositivo eletrônico como computadores, tablets e smartphones.

 

Os autônomos podem trabalhar em casa, dispensando custos adicionais com o aluguel de uma loja ou escritório. Além disso, os participantes do projeto recebem, de forma contínua, treinamento, apoio jurídico e administrativo durante toda a vigência da licença obtida, além de modelos de contratos, cartões de visitas e assessoria de marketing e merchandising.

 

De acordo com Caporrino, as imobiliárias físicas também ganham destaque ao adquirir o licenciamento e converterem suas bandeiras. “Dessa forma, o modelo operacional da imobiliária receberá um upgrade que diminuirá de maneira significativa os custos já estabelecidos para manter o negócio, além de otimizar tarefas diárias como a captação de imóveis onde normalmente muitos corretores a deixa em segundo plano”, diz.

 

Por sua vez, a diretora de Comunicação da i-Uni Brasil, Vanessa Rosal, orienta que ao se tornar um associado, o corretor e a imobiliária terão a alternativa de fazer anúncios de forma automática em mais de 100 portais imobiliários (número em franca expansão, incluindo portais no exterior), economizando tempo e dinheiro. A executiva afirma que os associados podem encontrar proprietários (particulares) que anunciam imóveis em todos os estados brasileiros por meio de um buscador inédito instalado no sistema.

 

“Com o avanço da internet, fica praticamente impossível trabalhar no mercado imobiliário como antigamente, sem anunciar e buscar clientes na web. E a partir desse mês, o publicador de anúncios terá a inclusão de portais internacionais para aproveitar a alta demanda de estrangeiros em busca de imóveis para a Copa do Mundo e Olimpíada. A i-Uni Brasil proporciona o produto e o cliente. E o associado, fecha o negócio”, conclui Rosal.

 

Visão Estratégica Comunicação
Fonte Visão Estratégica Comunicação 02/05/2013 ás 8h

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