Estudo sugere ações para aperfeiçoar sistema de monitoramento de águas

Fonte Ascom da AEB 27/03/2013 às 10h

O grupo de trabalho (GT) constituído para analisar a viabilidade de um sistema de satélites para a coleta de dados hidrometeorológicos apresentou suas conclusões à Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI) e à Agência Nacional de Águas (ANA/MMA).

 

O documento expressa as alternativas de configuração que atendam à realidade atual e busquem a otimização da infraestrutura já instalada no Brasil e gerenciada pela ANA, também visando à economia de recursos públicos. A ideia é que as instituições possam desenvolver uma constelação de pequenos satélites para aperfeiçoar o sistema brasileiro de monitoramento de águas.

O GT reúne representantes da AEB, da ANA e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) e resulta do memorando de entendimento firmado entre a AEB e ANA com a finalidade de desenvolver, em parceria, uma constelação de pequenos satélites para aperfeiçoar o sistema brasileiro de monitoramento de águas.

“O uso de sistemas espaciais é imprescindível para coletar dados em áreas geográficas em que há dificuldades ou restrições de acesso. Com o uso de satélites, pode-se avaliar, com rapidez e razoável precisão, eventos dependentes das mudanças meteorológicas relativas à variação do tempo, especificando-se com precisão a sua localização geográfica”, explica o presidente da AEB, José Raimundo Coelho.

O estudo aponta que os satélites para o novo sistema sejam um aperfeiçoamento do SCD-1 e SCD-2, utilizados atualmente. Além de modernizados, deverão contar com novos subsistemas para possibilitar correções de atitude e órbita.

Os novos satélites devem possuir um subsistema de propulsão, de forma a garantir manobras de mudança de fase nas órbitas, conforme requerido pelas alternativas de solução. Também deverão contar com um subsistema de controle de atitude em três eixos, necessário para o correto apontamento dos satélites. No mais, os satélites contarão com subsistemas semelhantes aos presentes no SCD-2, capazes de atender às funções básicas de sobrevivência e aos requisitos da missão.

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Ascom da AEB
Fonte Ascom da AEB 27/03/2013 ás 10h

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