Especialista em Odontologia Pediátrica incentiva aleitamento materno

Fonte Comunicação Universidade Católica de Brasília 12/08/2016 às h

No mês dourado voltado ao incentivo à amamentação, professora de odontologia pediátrica da UCB, Tatiana Degani, explica benefícios para o correto desenvolvimento do complexo maxilo-facial do bebê

O crescimento e o desenvolvimento da saúde de bebês e crianças são os principais pilares de todas sociedades. O período de aleitamento materno é um dos fatores mais importantes para a mãe e o filho, por envolver aspectos afetivos, nutricionais e imunológicos. Além do aspecto alimentício, a amamentação é fundamental para o correto desenvolvimento do complexo maxilo-facial do bebê, que consegue realizar, simultaneamente, as funções de sucção, deglutição e respiração. Nesta perspectiva, a Clínica de Odontologia Pediátrica da Universidade Católica de Brasília (UCB) vai promover o mês dourado na Instituição, em que mães e crianças atendidas na Clínica de Odontologia Pediátrica (COP) receberão orientações sobre cuidados fundamentais e serão homenageadas pela dedicação.

 A Semana Mundial de Aleitamento Materno, idealizada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno, ocorre durante o mês de agosto em mais de 150 países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) denominou o “Agosto Dourado” por considerar o aleitamento materno como o “padrão ouro” da alimentação infantil. “Agosto se transformou no mês dourado intensificando as ações que promovam o aleitamento materno. A cor foi escolhida por mais se assemelhar ao ouro”, disse a professora de odontologia pediátrica da UCB, Tatiana Degani Paes Leme Azevedo. Já a professora Laís David Amaral disse: “Ser mãe é comemorar vitórias diariamente. Amamentar é colecionar um quadro de medalhas, todas de ouro”.

 Para Tatiana, os estímulos de sucção, deglutição e respiração durante o aleitamento materno, são importantes para o correto crescimento e desenvolvimento dos ossos, músculos e articulações da face. “O aleitamento materno desenvolve a parte afetiva entre mãe e bebê. É a principal fonte nutritiva até os seis meses de idade e contribui positivamente com o desenvolvimento da imunidade nesse grupo etário”.

 Do ponto de vista odontológico pediátrico, a especialista alerta sobre os cuidados necessários. “A primeira consulta da criança ao dentista deve ocorrer no primeiro ano de vida, de acordo com a Associação Brasileira de Odontopediatria. Nesse período, mesmo que o bebê não apresente dentes em sua cavidade bucal, a família será orientada com relação à higiene bucal, dieta e utilização do flúor. Essas orientações contribuirão com a promoção da saúde bucal, proporcionando à criança crescer com saúde, refletindo positivamente em sua qualidade de vida”, disse Degani.

 Coordenação de Clínicas de Odontologia Pediátrica

 As Clínicas de Odontologia Pediátrica (COP) prestam atendimento à comunidade desde 2003 e a cada semestre são atendidos aproximadamente 350 pacientes. Seu funcionamento ocorre em três períodos ao oferecer atendimento a crianças com até 12 anos de idade. Os pacientes são selecionados por meio de uma triagem ao verificar o tipo de necessidade de tratamento de cada criança. Desta forma, são avaliados aspectos sociais e a indicação é feita para a clínica correta.

 O estudante do último semestre do curso de Odontologia da UCB, Márcio Tibúrcio Júnior, acredita que a Instituição tem o objetivo de prestar atendimento profissional capacitado a crianças. “A saúde do bebê deve ser compreendida, estudada e cabe ao cirurgião dentista promover qualidade de vida ao paciente infantil. Os cuidados pré-natais e pós-natais com o aleitamento materno devem entender a importância da amamentação para saúde integral do seu bebê”, disse.

 “Após o encaminhamento do paciente para a clínica específica, todo o tratamento é realizado, com foco na promoção da saúde. Assim, são oferecidos procedimentos restauradores, endodônticos, cirúrgicos e ortodônticos. No final do tratamento, o paciente recebe alta provisória e terá seus retornos agendados conforme sua necessidade, possibilitando a realização da manutenção”, explicou a professora Tatiana. 

 

Comunicação  Universidade Católica de Brasília
Fonte Comunicação Universidade Católica de Brasília 12/08/2016 ás h

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