É possível emagrecer com Inteligência Emocional?

Fonte Andrea Feliconio 18/05/2013 às 13h

Comer por impulso, descontar frustrações do nosso dia a dia, se esconder de problemas e engolir sapos. Essas e outras causas emocionais podem influenciar no ganho de peso, sabia?

Quem explica essa teoria é Rodrigo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. “Tudo está relacionado a uma “Programação Emocional” de cada indivíduo. Acessar o código fonte, dentro do nosso inconsciente, e modificar nossas percepções de fatos que ocorreram conosco, antes mesmo de termos nossa consciência formada, pode ser a chave para a solução de muitas doenças, bem-estar mental e a boa forma física”.

De acordo com o especialista, a reeducação alimentar começa pelo nosso emocional.

1- Enxergar. Existem pessoas que dizem não se incomodar por estar acima do peso. Será que isso realmente é verdade? Quais os estragos que a gordura podem causar no seu dia a dia? Não conseguir subir uma escada, ter problemas de saúde, como por exemplo, pressão alta, diabetes. Não ter mais libido, ou ter vergonha do seu parceiro. No campo profissional, lentidão para executar tarefas, falta de concentração e desanimo. O primeiro passo para qualquer processo de mudança, seja ela qual for, é tomar consciência de que isso é realmente um problema para você.

2- Decidir. Regime é algo temporário, um mertiolate para aumentar ainda mais a casca de uma ferida. Devemos entender que a comida é uma fonte de energia necessária para todos nós. Nos tempos das cavernas, o homem armazenava energia em forma de gordura no seu próprio corpo, pois não tinha onde mantê-la e ainda sabia que precisaria usá-la para proteger-se e cuidar de sua família. Será que ainda hoje temos essa necessidade gravada em nossa memória? Nosso inconsciente é constituído por todas as experiências que vivemos desde nossa concepção, mas também, por todas as memórias genéticas que viemos acumulando desde os primórdios da Humanidade. Portanto, se em algum momento de sua história de vida você registrou que deveria “guardar” alimento em seu corpo, seja por medo de não ter o bastante para sobreviver, ou para criar uma “camada de proteção”, está na hora de decidir soltar este excesso desnecessário.

3- Mudar. Quando a maioria das pessoas ouvem a palavra “mudança”, logo levantam suas defensivas, pois lá no fundo ninguém quer mudar de fato, pelo contrário, o que todos nós queremos é eliminar somente aquilo que nos impede de ser nós mesmos, nossa essência. É aí que entra nosso corpo físico, o primeiro contato que temos com o mundo externo, e a maneira que o outro consegue nos enxergar, ou não. Se você quer realmente “sentir” o mundo e as pessoas ao seu redor sem esta camada de proteção, está na hora de começar um processo de, apenas, eliminar o que não é seu.

Toda mudança de comportamento ou estilo de vida deve ser feita da maneira mais natural possível, levando em consideração, primeiro, uma mudança interna. Se você não buscar e mudar dentro de você mesmo, no seu inconsciente, os registros emocionais que criaram o corpo que você tem hoje, por mais que você faça os regimes mais eficazes ou faça dezenas de cirurgias plásticas, quando você menos esperar, algo acontecerá aqui fora para criar um verdadeiro “sincronismo” entre sua realidade interna e o que você está vivendo externamente. Portanto, se você mudar esta Programação Emocional que foi registrada dentro de você, qualquer regime se transformará naturalmente em seu novo estilo de vida. Aí você poderá se reeducar sem exageros, comendo de tudo com moderação e viver uma vida saudável, sem se privar de nada.

“A gordura pode fazer parte de uma espécie de proteção, deixando o contato com o mundo exterior ainda mais distante, por não querer se relacionar, ou por não querer enxergar o que realmente sente. Pode até ser uma forma de se autodestruir, pois o excesso de gordura no corpo leva a doenças, que se não forem tratadas, a morte será o final desse processo, infelizmente”, explica ele.

Para Rodrigo, além disso, fazemos associações emocionais e usamos a comida como válvula de escape para expressarmos nossa felicidade ou para evitar o contato novamente com a pobreza e toda falta que tivemos durante a infância. Tudo se torna motivo para comermos aquele bolo ou chocolate fora de hora!

“Quando o corpo está em equilíbrio, ou seja, quando nos alimentamos de forma saudável, praticamos exercícios físicos periodicamente, e principalmente, dormimos bem, é muito mais difícil serem ‘disparados’ estes nossos Programas Emocionais. Cuide do seu mundo interno, que o externo acompanhará naturalmente”, finaliza o fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, Rodrigo Fonseca.
Mais dados:
www.lotustreinamentos.com.br.

RODRIGO FONSECA

- Especialista em Inteligência Emocional há 15 anos, tendo treinado mais de 40.000 pessoas nesse período;
- Graduado em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo - USP;
- Fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional;
- Membro da International Transactional Analysis Association;
- Unleash the Power Within by Anthony Robbins Institute – USA;
- Millionaire Mind by T. Harv Eker – USA;
- Ho’oponopono by Stanley Ihaleakala Hew Len Ph.D – USA;
- Celebrate your Life by Mishka Productions – USA;
- Atua há 15 anos como Especialista em Inteligência Emocional em treinamentos de desenvolvimento humano e emocional;
- Consultor empresarial, familiar e pessoal.

Treinamentos, Cursos e Palestras Ministrados pela LOTUS Treinamentos:

- Treinamento de Inteligência Emocional LOTUS I, II e III;
- Transforme Sonhos em Realidade;
- Inteligência Emocional;
- Sucesso e Felicidade;
- Liderança, Vendas e Empreendedorismo;

Andrea Feliconio
Fonte Andrea Feliconio 18/05/2013 ás 13h

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