Castor orienta quando trocar e como prolongar a vida útil das ferramentas de pintura

Fonte Via Pública Comunicação 23/05/2013 às 11h

E enquanto o momento de substituir o material não chega, a empresa orienta como

proceder com sua manutenção para obter o melhor desempenho.

 

É sabido que para se obter eficiência e bons resultados ao realizar uma pintura, uma das questões essenciais diz respeito às ferramentas utilizadas na empreitada. A Castor, empresa especializada na fabricação destas e de acessórios para acabamento, pintura e efeitos decorativos, orienta não apenas a escolha e produtos de qualidade, mas também sobre o momento correto da troca, da aposentadoria de trinchas, broxas e rolos.

 

E para identificar a hora da substituição basta, ao testar trinchas e rolos de lã, verificar se soltam pelos ou fiapos, principalmente. Outro método eficaz é apertar o rolo de espuma e observar se o mesmo retorna ao seu estado normal em pouco tempo. Ainda em se tratando de rolos, indicador imbatível é quando, ao ser passado na parede, ele não rola, mas escorrega. Estas condições acendem o sinal vermelho e avisam que a vida útil das ferramentas já se esgotou. Não tem mais jeito, a troca é necessária.

 

No caso das trinchas, vale lembrar que quanto mais agrupadas e uniformes as cerdas estiverem, melhor será o acabamento final da pintura. Trinchas com cerdas mais longas e em maior volume permitem obter maior cobertura, pois a maior quantidade de pelos na ponta ajuda a estender a pincelada. Por isso, é preciso identificar se as cerdas não possuem falhas – para não criar “estrias” na tinta aplicada – e se ao ser pressionada na palma da mão, a trincha volta ao normal rapidamente.

Entretanto, tratado adequadamente, todo material de pintura poderá ser usado por bastante tempo. A diretora de marketing da Castor, Cristina Czarlinski, reforça que praticar a correta limpeza e armazenagem de cada item faz a diferença. “São medidas simples que evitam o desperdício e contribuem para a sustentabilidade, pois as ferramentas podem ser reaproveitadas inúmeras vezes, desde que sejam tomados os devidos cuidados. E ao reutilizá-las estarão em condições de proporcionar o mesmo desempenho de uma ferramenta nova, garantindo a qualidade do trabalho realizado”, declara.

Para tanto, medidas simples e práticas, como lavar as ferramentas logo após o uso, utilizando produtos adequados para cada tipo de material, evitam os resíduos que, após secarem, podem prejudicar o desempenho ou até impedir o seu reúso.

 

Limpando o material de pintura

Rolos, trinchas e broxas de qualidade profissional como os da marca Castor podem ser completamente limpos e usados várias vezes. Mas não demore em limpar o material um minuto além do necessário. A tinta fresca é facilmente removível. Quando seca, no entanto, além de exigir trabalho e tempo redobrados, pode não ser eficaz a ação e, mais uma vez, necessária a substituição.

 

As trinchas, quando utilizadas com tintas à base de solvente - esmalte, verniz, tinta a óleo e similares -, devem ser com jornal e lavadas com solvente mineral e, em seguida, com água corrente e sabão. Quando as tintas usadas forem à base de água - acrílica e PVA -, é indicado retirar o excesso com papel e lavar, também, com água e sabão. Importante lembrar que nunca se deve deixar as trinchas repousando sobre suas cerdas para que não fiquem deformadas.

No tocante a broxas, após o seu uso, é recomendado que se retire o excesso da tinta ou outro produto utilizado. Dependendo da composição do material, lavar com água corrente e sabão ou solvente adequado e limpar os fios. Importante também retirar o excesso de água, espremendo suavemente as cerdas. Deixar secar à sombra e guardar a broxa em local arejado, sempre protegendo as cerdas para que se mantenham retas.

Para a maior durabilidade de rolos de espuma evite o uso de solventes, do tipo thinner, para a lavagem, pois o material é incompatível com o produto e pode sofrer deformação. A espuma poliéter é macia e recomendada somente para pinturas à base de água. Recomenda-se lavar o rolo somente com água e sabão.

 

Já os rolos de espuma de poliéster têm maior durabilidade e são resistentes a solventes minerais. No caso dos rolos de espuma texturizados, é preciso retirar o excesso da massa em água corrente e lavá-los com água e sabão. Todos os tipos de rolos devem secar a sombra e serem armazenados em local arejado.

 

No que se refere a rolos de lã, uma recomendação importante é lavá-los antes de usá-los pela primeira vez para retirar eventuais fios que ficaram agregados em sua fabricação, eliminando a possibilidade deles se soltarem durante a aplicação da tinta.

 

Castor Ferramentas para Pintura Ltda.

Telefone: (11) 4053-5911

contato@castor.com.br

www.castor.com.br

Via Pública Comunicação
Fonte Via Pública Comunicação 23/05/2013 ás 11h

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