Ainda Hiroshima

Fonte Paiva Netto 19/11/2009 às 0h
Paiva Netto

Recebi do articulista e poeta Brasilmar Nascimento Araújo, de Goiânia/GO, um e-mail, em que generosamente comenta o meu artigo “Hiroshima”. Escreve o prezado colega: “Com muita satisfação li o seu texto, no qual relata com muita clareza fatos da história da humanidade. Que não esqueçamos jamais a tamanha brutalidade que assolou o mundo. Precisamos, sim, ser a cada dia um ator da Paz em qualquer parte do mundo. Aproveito a ocasião para enviar-lhe o texto ‘Mundo: uma orquestra em descompasso’, publicado em 7/12/2008, no ‘Diário da Manhã’”.

Caro Brasilmar, li o seu trabalho e permita-me destacar este trecho: “Chega de armamentos. De lépidos e destruidores caças. De truculentos tanques. De sorrateiros e perigosos blindados do fundo dos mares ou bases flutuantes que deslizam sobre os oceanos. Peças indispensáveis na logística de todos os beligerantes. Armas da ruína humana. A humanidade está estarrecida da generalidade da violência que assola em todos os sentidos. (...) O investimento tem que ser feito maciçamente no homem, na sua formação moral e intelectual. Alicerçado pelo caminho da sociabilidade desde jovem. Vamos todos partilhar nossas ideias. Balizando a pesquisa e a cooperação, como instrumentos benéficos na melhoria da raça humana. (...) O homem precisa entender que o sangue tem que continuar irrigando os nossos vasos e oxigenando vidas. E, não, sendo derramado nas trincheiras da discórdia e da irracionalidade!”.
De pleno acordo. As soluções dos graves problemas de nossa sociedade passam pela devida valorização do Capital de Deus, ou seja, o ser humano e seu espírito eterno. Do contrário, acabaremos por enfrentar um conflito mundial maior que as duas grandes guerras do século 20 que, numa análise histórica, podem ser classificadas como uma só dividida em duas partes. Que Deus nos livre da terceira!
Paiva Netto
Fonte Paiva Netto 19/11/2009 ás 0h

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